• Dulce Ribeiro

Será que o mundo vai mudar mesmo?


As pessoas se tornarão mais amáveis, as empresas menos trogloditas, o consumo mais consciente, as crianças mais crianças e os adultos mais adultos? Será que vamos acordar com um bom dia no trânsito, com alguém para nos oferecer um café gostoso com  um beijo amoroso que deseja boa sorte? Será que trocaremos competir por cooperar? Será que poderemos ouvir, atentamente, o que o outro diz, sem sequestrar-lhe a sua história, interrompendo? Será que o meu chefe vai cumprir o que me prometeu? Será que vou poder confiar nos meus colegas de trabalho, contar com a sua parceria?

Será que meu filho vai ser alguém destacado no mundo por ser ético, verdadeiro e, até um pouco tímido? O mundo terá lugar para os que falam menos, para os mais discretos, para aqueles que preferem ouvir mais e falar menos? Será que existirão salões de beleza sem mulheres gritando espalhafatosamente? Sem revista Caras, sem ataques ou crises de arrogância juvenil? Será que as mulheres terão os mesmos cargos com os mesmos salários dos homens? Será que os homens falarão dos seus sentimentos com naturalidade? Será que haverá diálogo, olho no olho e beijo na boca de verdade? Será que o meu vizinho vai me chamar para uma conversa no muro? Será que alguém vai interromper a novela para ouvir do filho uma estória da escola? Seremos menos culpados, mais corajosos e verdadeiros? Diremos mais o que sentimos e menos o que ofendemos? Seremos mais tolerantes  e das nossas bocas sairão palavras como eu te compreendo, conta comigo, vou te ensinar, me desculpe por não te ouvir, obrigada por me ajudar. Vamos saber pedir ajuda? Vamos ajudar? Teremos menos preconceitos? Será que vamos dar risadas em qualquer lugar sem pensarem que somos irresponsáveis, superficiais ou infantis? Vamos ser totalmente verdadeiros uns com os outros?

Será que o mundo vai mudar?

Será?

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