• Dulce Ribeiro

(Nem tão) simples assim

Atualizado: 30 de Out de 2018



Levantar da cama, vagarosamente. Um pé no chão, depois o outro. Precisa concentração. Três vezes por semana como um teste sem esforço. Abrir a janela e respirar, profundamente.  Com certa ousadia, deixando de lado a crítica do “não tenho tempo para isso”, “que bobagem”, “isso é autoajuda barata”, sussurrar: “Que dia bom,  obrigada”!


Agradecer para quem? Para o ar, para o calor, para a vida! O que importa é ser grato e estarmos nos ligando na abundância e não na escassez. Dali para frente, a cada segundo, seguimos fazendo escolhas, decidindo a roupa, o caminho, o estado de espírito.


Simples assim? Nem tanto. Um diálogo ininterrupto preenche nosso cérebro. A saudade, a mágoa, a culpa, o arrependimento conversam sobre o passado: “Por que eu falei aquilo?”.


Os sonhos e a incerteza falam do futuro: “Como vou fazer tudo o que tenho hoje”?  Assim podemos passar pelo dia: frustrados com o que já passou e aflitos com o que ainda não aconteceu.


Perceber e apreciar o presente é um caminho simples para a realização do que é preciso. O gosto do café, a cor do cabelo da colega, o jeito de caminhar de algum estranho, a rua movimentada, as árvores em flor. O céu.  Olhar para cima. Prestar atenção naquilo que estão dizendo, ouvir de verdade.


Presença no presente. Isso pode nos trazer tranquilidade e expansão.



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