Comecei cedo como jornalista e, aos poucos, fui indo para o marketing e como gerente nessa área me deparei com o atendimento ao cliente. Bem aí já se passaram 10 anos. Convivendo com áreas de atendimento aperfeiçoei a minha visão de serviços e criei uma metodologia: O JEITO DE ATENDER que se transformou em livro. O JEITO DE ATENDER baseou-se nos valores do atendimento ao cliente, ou seja, nas crenças daqueles que atendem alinhadas com as crenças da empresa. Além disso, a metodologia apontava para o fato de que para atender bem o cliente externo é fundamental que se atenda bem o funcionário, dito cliente interno. Bem, para sorrir para o cliente no caixa é preciso ganhar um bom dia do chefe. 

Dezenas de empresas acreditaram no JEITO DE ATENDER e o implantaram. Aí já se passaram mais 20 anos e, agora, já são 30. Nesse meio tempo o meu ouvido começou a escutar “servir” , além de “serviços” e eu comecei a me interessar pelo modo de ser de cada um e pelos relacionamentos entre as pessoas.

As diferenças entre os indivíduos passaram a ser o foco da minha atenção e, as lideranças nas empresas o carro chefe do meu trabalho. Capacitar as lideranças para a equipe e para a competitividade do mercado transformou-se no meu trabalho principal.

Aí sim, posso dizer que penetrei no mundo das pessoas e me entusiasmei pelo modo como se vive, como se lidera, como se obedece, como se tem, como se é. O que cada um é capaz de fazer para esconder a inveja de um colega ou a alegria por ter conseguido a promoção. O que desperta na equipe a vontade e o que faz a desmotivação. Comecei a estudar gente, interessar-me pela sua biografia e a gratificar-me com as minhas descobertas através das inúmeras palestras, aulas e seminários que tenho realizado nessa área de desenvolvimento de seres humanos. Como coach posiciono-me a partir de uma visão integral do indivíduo: espiritual, mental, emocional, biológico e social.