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	<title>Dulce Ribeiro</title>
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	<description>Coaching Integrado</description>
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		<title>IV Encontro Gaúcho de Fomento Mercantil</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 11:39:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Matéria publicada em dezembro/2011 na revista SINFAC RS do IV Encontro Gaúcho de Fomento Mercantil realizado nos dias 9 e 10 de setembro no Hotel Intercity, em Caxias do Sul.<a href="http://www.dulceribeiro.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Dulce-Sinfac2.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-461" title="Dulce Sinfac" src="http://www.dulceribeiro.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Dulce-Sinfac2-936x1024.jpg" alt="" width="749" height="819" /></a></p>
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		<title>Seja um simples conversador</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 20:15:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dulce Ribeiro* Se houvesse a possibilidade de se criar um manual para ensinar a liderar, a primeira orientação seria: Converse, de forma apreciativa. Isso significa, em primeiro lugar, ouvir. Bem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>Dulce Ribeiro*</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se houvesse a possibilidade de se criar um manual para ensinar a liderar, a primeira orientação seria: Converse, de forma apreciativa.  Isso significa, em primeiro lugar, ouvir. Bem, parece óbvio que quando alguém está falando há alguém escutando. Poucas vezes nos deparamos com pessoas conversando sozinhas, sem um interlocutor. Acontece que ouvir, atentamente, exige interesse pelo outro, além de respeito a sua história de vida. Sendo assim, uma conversa não pode ser mediada pela argumentação. Ouvir pensando em responder não nos capacita a sermos bons ouvintes. Outro aspecto importante para que se estabeleça uma conversa é perguntar. Essa atitude é a demonstração de interesse pelo que o outro está dizendo. Quando existe a compreensão de que uma conversa não é apenas a transmissão de conhecimentos uns para os outros ou, pior, de um para outros, mas uma troca de experiências, pode-se entender que perguntar não é identificar se o outro sabe. “Você entendeu o que eu falei?” Colocar o outro na condição de provável mau entendedor é, no mínimo, demonstrar desconfiança sobre a sua capacidade de compreensão. Do outro lado, o sujeito poderá se sentir humilhado e com pouca ou nenhuma motivação para responder que não entendeu, por exemplo. Melhor seria perguntar: “Consegui explicar o que eu gostaria?”<br />
Quando a conversa desconsidera a hierarquia podem cair os preconceitos e os cargos e se torna possível estabelecer um profundo diálogo, sem conteúdos superiores.<br />
A origem do vocábulo diálogo está nas raízes gregas “dia”, que significa “através de” e “logos”, que quer dizer “significado”. A palavra dá sentido ao encontro das pessoas por meio dos significados que compartilham para poderem compreender umas às outras.<br />
O que se percebe, no entanto, é que as lideranças fazem verdadeiros monólogos quando se consideram superiores em conhecimento. Quantos alunos e liderados evitam fazer perguntas por conta de um olhar crítico do professor ou de um líder? Segundo Paulo Freire em seu livro Pedagogia da Autonomia, “é preciso estimular a pergunta em lugar da passividade em face das explicações discursivas do professor, espécies de respostas às perguntas que não foram feitas.”<br />
Um líder admirado é uma pessoa simples, que acolhe e respeita o que o outro está dizendo. A simplicidade tem força para derrubar os egos, podendo trazer à tona valores como humildade e aceitação das diferenças. Ninguém é melhor porque sabe mais, ganha mais, está cursando a faculdade, é homem, mulher, sabe cozinhar ou discursar. Sentir-se superior ao outro pelo fato de ter mais experiência e agir como se fosse o dono da verdade faz parte do processo de exclusão. Segundo Pierre Lévy em seu livro Inteligência Coletiva  “ninguém sabe tudo, todos sabem alguma coisa, todo o saber está na humanidade. A luz do espírito brilha mesmo onde se tenta crer que não existe inteligência. Se você cometer a fraqueza de pensar que alguém é ignorante, procure em que contexto o que essa pessoa sabe é ouro”. A simplicidade é um estado que permite essa percepção. Conversar é o melhor caminho para o desenvolvimento. Um bom conversador inclui, acolhe e torna a vida de todos mais fácil, simples e bonita.</p>
<p>Mestre em Ciências Sociais, Coach, Professora da ESPM SUL.</p>
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		<title>Impossível não se contagiar com coisas boas</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 19:31:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<title>Como os Ciclos dos Sete Anos Influenciam na Carreira</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 13:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista de Jair Moggi  para www.vyaestelar.com.br por Angelo Medina. Disponível no site da Adigo Consultores www.adigo.com.br Por que é importante dividir a carreira em setênios (ciclos)? Na verdade o importante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista de Jair Moggi  para <a href="http://www.vyaestelar.com.br/">www.vyaestelar.com.br</a> por Angelo Medina. Disponível no site da Adigo Consultores www.adigo.com.br</p>
<p><strong>Por que é importante dividir a carreira em setênios (ciclos)?<br />
</strong>Na  verdade o importante não é dividir a carreira em setênios, mas sim a  própria vida em setênios. A carreira no fundo é um detalhe importante de  algo maior que é a nossa vida. A divisão em setênios vem de uma  sabedoria muito antiga., pois é sabido que as antigas sociedades humanas  tinham o costume de dar um significado ritualístico às passagens do  setênios. Essas passagens eram, muitas vezes, comemoradas em ritos de  passagem específicos. Alguns desses ritos sobrevivem até hoje em  determinadas sociedades. Em muita tribos indígenas o menino de 7 anos já  começa a ser treinado nas artes da caça e da guerra. Para os católicos,  até recentemente, os 7 anos era a idade da primeira comunhão e, aos 14,  é feita a crisma ou a confirmação da pessoa como membro do corpo de  Cristo. Em muitas tradições, aos 14 anos a pessoa pode alterar o seu  nome. Os 14 anos marcam o final da fase infantil e inicia-se a fase  juvenil. Aos 21 anos, o nosso código civil reconhecia até pouco tempo a  maioridade, como herança das tradições romanas e gregas. Há muitos  fenômenos físicos ligados ao que ocorre nos setênios ao longo da vida.  Todos sabem que ao redor dos 7 anos o nosso corpo expele a última célula  herdada dos nossos pais, a maior célula do corpo humano, os dentes de  leite. A medicina começa a mapear e indicar que a cada 7 anos os nossos  órgãos internos têm as suas células trocadas – isso equivale a dizer  que, a cada 7 anos, somos uma pessoa diferente . Elizabet Sahtouris,  famosa bióloga, pesquisadora, filósofa ecológica e futuróloga  grega-americana, em seu último livro, “A dança da Vida”, ao discorrer  sobre o processo de autocriação dos seres vivos, afirma que a cada sete  anos, mais ou menos, nós somos constituídos de materiais inteiramente  novos. No contexto existencial, os setênios funcionam mais como  arquétipos e um arquétipo pode ser acessado de maneira mais completa  pela nossa intuição do que pela razão, tornando mais natural e genuíno o  entendimento das fases da nossa vida ou da nossa carreira. É bom  lembrar também que quando falamos de arquétipos, estamos falamos aqui de  “sabedoria primordial ou de fenômenos constatados na vida prática, mas  ainda não reconhecidos pelo estágio atual da nossa ciência. Quero dizer  com isso, que os setênios são referencias observáveis como tendência na  vida prática e devem ser vistos como algo orgânico e não mecânico. Em  nosso livro que enfocamos mais os aspectos profissionais relacionados  aos setênios. Lá comentamos em detalhes o que ocorre no contexto  profissional ou da carreira, a partir dos 21 anos, ou do terceiro  setênio.<br />
<strong><br />
Vya Estelar &#8211; Daria para sintetizar o significado ou importância de cada um dos noves setênios(ciclos)? </strong><br />
Digamos  que esta questão na verdade sejam nove perguntas. Claro! Peço ao leitor  desta entrevista que considere que sintetizar a vida humana em um  espaço curto é um desafio muito grande! Mas vamos lá! 1º Setênio (0 a 7  anos) No momento do nascimento, somos produto hereditário de nossos  ancestrais. O primeiro setênio caracteriza-se pela troca de todas as  células herdadas por células individualizadas produzidas pela própria  pessoa. A individualidade da criança imprime em cada célula as suas  características pessoais, individualizando-as. Dessa maneira, a  identidade espiritual constrói o seu próprio instrumento físico, do qual  fará uso como ferramenta para atuar no mundo. Esse processo chega à sua  conclusão quando as células mais duras do organismo são trocadas:  quando os dentes de leite são substituídos por uma dentição  individualizada. O processo de construção do instrumento físico pela  identidade espiritual pode ser favorecido ou prejudicado pelo processo  educacional da criança junto à sua família ou na escola até a forma  orgânica mais profunda, com conseqüências evidentes no estilo de  liderança, habilidade para trabalho em equipe e na carreira no futuro.  Alegria, prazer, amor, calor, fé, confiança são os ingredientes que  formam um ambiente favorável ao processo de desenvolvimento da criança  no primeiro setênio, e que vão impactar todo o seu futuro.<br />
Para  caracterizar mais esse setênio, podemos usar a imagem de uma banheira:  Quando a água é fria ou gelada, a pessoa se contrai e tem uma sensação  desagradável. O único desejo é sair dessa água fria. Mas, quando a água é  morna, a pessoa se expande e tem sensações agradáveis, achando ótimo  estar nessa situação. O mesmo acontece com a individualidade da criança  em relação ao ambiente em que nasce e é criada. Rudolf Steiner, fundador  da antroposofia, diz que a vivência fundamental de que o mundo é bom  faz a criança desenvolver-se de forma positiva até mesmo organicamente e  forma o extrato básico para o seu senso moral para o resto da vida.<br />
O processo de aprendizado nesta fase acontece por imitação.<br />
Sua evolução dependerá dos exemplos que a criança tem para imitar.<br />
•  Imitando, ela aprende a andar colocando a sua coluna vertebral em  posição vertical, o que nos diferencia de todos os seres deste planeta.<br />
•  Somente com a coluna vertebral ereta, a criança pode começa a falar,  imitando as palavras e as sentenças que capta dos outros.<br />
A maneira  de falar e de formar sentenças determina o processo pensante da criança.  2º Setênio (7 a 14 anos) Com a troca dos dentes, a criança está madura  para ir à escola. As forças vitais que no primeiro setênio eram  totalmente engajadas na formação do instrumento físico são liberadas  parcialmente e são transformadas pelo processo de aprendizado em forças  de consciência, pois as forças de consciência são metamorfoses das  forças vitais que agiam preponderantemente no primeiro setênio. Nesse  sentido, ocorre um fenômeno aos quais os pais deveriam prestar mais  atenção, que é o processo comum em nossa sociedade de intelectualização  precoce da criança. Essa intelectualização subtrai forças vitais da  criança que ela ainda deveria usar na formação de seu organismo. Isso  pode trazer problemas de saúde em fases posteriores da vida. Assim como  na fase anterior, podemos constatar para o 2º setênio alguns valores  fundamentais para o desenvolvimento favorável da criança. Esses valores  são: fantasia, beleza, arte, veneração e autoridade. Nesta fase,  formamos o nosso próprio mundo interior e, dependendo dos valores  vivenciados e transmitidos, a nossa morada interior pode ser bem  arrumada, de bom gosto e harmônica, ou desleixada, desarrumada e  caótica, o que também vai impactar os próximos setêncios.<br />
Aqui a  vivência fundamental de que o mundo é belo forma a base para o nosso  senso estético para o resto da vida. Nesta fase fixamos os nossos  hábitos, normas e costumes que são difíceis de mudar mais tarde. 3º  Setênio (14 a 21 anos) Nessa fase as três faculdades da alma humana –  pensar, sentir e querer – parecem estar discordantes entre si: Uma  pessoa pode perder-se em pensamentos filosóficos, isolando-se do resto  do mundo. Outra pode deixar carregar-se nas ondas de um sentimentalismo  saudoso (os mais antigos devem se lembrar-se da fase “paz e amor” dos  anos 60!) . Quem não foi simpático ou adepto fervoroso a um “ista” nessa  fase: da vida:. Um comunista, espiritualista, materialista, budista,  petista, naturalista etc. .! Nesta fase o jovem pode se deixar arrastar  pela vontade, pelo sentir ou por um querer excessivo que muitas vezes  descamba para a agressividade (como por exemplo: rachas com veículos,  prática de esportes radicais, roleta russa, gangues etc.,). Esses  “istas” são as primeiras buscas de respostas para as questões  existenciais que nos atormentam.<br />
Mais pelo fim do 3º setênio, o  jovem consegue pela primeira vez formar pensamentos autonomamente  próprios, independentes de conceitos ou experiências emprestadas do  mundo externo.<br />
Começamos então a formular perguntas tais como:<br />
• Quem sou eu?<br />
• O que vim fazer neste mundo?<br />
• O que quero ser na vida?<br />
Começamos a duvidar se os pensamentos são nossos ou vêm dos pais. Por exemplo:<br />
“Será que estudo medicina por que meu pai é médico?”<br />
“Será que a escolha foi realmente minha ou foi a escolha de meu pai?”</p>
<p>Sentimos  uma necessidade crescente de nos distanciar dos pais e achar a nossa  própria identidade. A conseqüência é que faremos tudo aquilo que  confronta os valores dos pais, mais como reação do que por escolha  consciente. Todos esses fenômenos são expressões da crise de identidade,  da busca da própria essência. Como nos setênios anteriores, podemos  identificar alguns valores fundamentais para o desenvolvimento favorável  do jovem, que são: liberdade com responsabilidade, lógica, ideais e  verdade. A questão da liberdade com responsabilidade é de fundamental  importância nessa fase O adolescente quer assumir-se e determinar as  suas próprias ações. A única forma viável,de dar para a responsabilidade  o mesmo peso que tem a liberdade é o diálogo amigável. Proibições são  contraproducentes, pois o que é proibido será feito às escondidas. A  partir deste ponto na biografia humana e para o contexto desta  entrevista, já é possível começar a falar dos aspectos ligados à  carreira, liderança, trabalho em equipe e organização. 4ºSetênio (21 aos  28 anos) Os gregos tinham para este setênio a imagem arquetípica do  centauro, que era metade humano, metade cavalo, querendo dizer que somos  “meio bestas”, e que ainda não dominamos as nossas emoções. Neste  setênio as habilidades técnicas tornam-se mais evidentes. O jovem quer  saber como as coisas funcionam e como o conhecimento técnico é aplicado,  etc&#8230; Recebe seu primeiro diploma, mas ainda não tem experiencia  prática Muitos trainees chegam às empresas nesta fase, sem noção da  complexidade que os espera. Eles precisam conhecer bem a organização – e  este é o melhor investimento em futuros líderes. O 28º ano é marcado  pela crise dos talentos. Até então na vida tudo é espontâneo. A partir  daí, as realizações dependem em 10% de inspiração e 90% de transpiração.  Muitos talentos vão para o anonimato após os 28 anos. Não poucos entram  em depressão. A carreira (21 aos 28 anos) Um bom programa de trainees  que considere as nuances do ser humano nesta fase da vida deve criar  condições para que o trainee possa orientar-se, conhecendo a  organização: suas várias áreas,o processo produtivo,os produtos e  mercados, os principais sistemas,tecnologias aplicadas,as principais  políticas e suas principais lideranças.</p>
<p>Em termos de carreira,  podemos dizer ainda que, nesta fase da vida, o profissional está em  busca do seu lugar no mundo e desabrocha para as suas habilidades  técnicas. Depois de testadas no mundo, essas habilidades criarão a base  para o estágio seguinte da sua carreira. As características de um jovem  que assume cargo de chefia nesta fase da vida são caracterizadas por  querer ter as coisas e as pessoas sob controle para alcançar eficiência e  para evitar surpresas. Tem forte tendência para ser autocrático, não  gosta de receber feedback, pois isso corrói a sua segurança interior.  Para ele, muitas vezes o ataque parece ser a melhor defesa. Tem pouca  disposição para a autocrítica, tem enorme dificuldade de ouvir os  outros, pois sacrificar uma idéia pode significar o sacrifício da  segurança interior e tem fortes tendências a ser egocêntrico. 5º Setênio  (28 aos 35 anos) Neste setênio de centauros, nos tornamos cavaleiros,  pois já conseguimos detêr as rédeas das emoções. Como a nossa razão  domina os impulsos começamos a ponderar antes de decidir. Nesta fase,  desabrocham as habilidades organizativas, ele já começa a entender a  empresa como um sistema. Podemos dizer que é a fase de maior encarnação,  quando o eu está mais ligado ao físico. Até aqui, o mundo nos  alimentou. Quase todos os ventos foram favoráveis. Agora devemos começar  a devolver ao mundo (de forma metamorfoseada) o que recebemos. O  momento é crucial. Entre 30 e 33 anos, vemos a diferencia entre  biografia interna (ser) e biografia externa (ter). É possível ter  dinheiro, bens, diplomas, sexo, poder e status. A biografia interna  preocupa-se com questões mais qualitativas e espirituais. Do tipo: Qual é  a qualidade das minhas relações pessoais? Qual é o meu papel na família  e na comunidade? Qual é o sentido mais profundo de uma experiência, de  um encontro ou de uma frase dita por alguém? Somente o caminho interno,  em equilíbrio com o externo, traz frutos valiosos para o mundo e as  pessoas. A Carreira (28 aos 35 anos) Aqui o profissional conquista o seu  lugar no mundo quando no setênio anterior ele buscava esse lugar .  Muitos assumem têm funções de chefia. É hora de pensar em delegar. Mas  há conflito entre delegar responsabilidades reais ou apenas tarefas,  mantendo o controle. O executivo nessa fase muitas vezes tem uma lógica  implacável, às vezes marcada pela insensibilidade. Seu fascínio é por  modismos de gestão, planejamento, organização e controle.</p>
<p>Deseja  o poder e tudo que o cerca. É orientado para administrar coisas. 6º  Setênio (35 aos 42 anos) Neste setênio os frutos do esforço dos setênios  anteriores começam a aparecer. Sentimos segurança interior. Estamos em  pleno vigor físico e dispostos a assumir riscos. Conseguimos entender  situações complexas. No setênio anterior, vivemos a ilusão de que o céu é  o limite. Agora percebemos que nós somos o limite. Perto dos 40, de  repente começamos a fazemos perguntas como: Quem sou eu realmente? Qual é  o sentido da vida? Era isso que eu esperava? O que me dá satisfação?  Que valores tenho? O que faço é coerente com os meus valores? Trata-se  da crise da autenticidade. Vamos em busca de algo novo, mais verdadeiro e  autêntico. Ninguém tem respostas a nossas questões a não ser nós  mesmos. A vivência é de solidão. As mulheres fazem esse questionamento  em torno dos 35. Os homens podem empurrar as dúvidas até um setênio para  frente, quando são pegos em cheio em torno dos 45 ou 50 anos. Nessa  fase ficam mais evidentes as habilidades sociais, eu já começo a  cnsiderar as pessoas no meu processo decisório e nas minhas ações. A  lógica começa a ser humanizada, num certo sentido. Após os 42, há  declínio das forças físicas. Muitas pessoas continuam no pique anterior,  competindo com os mais jovens. Há casos de exageros que terminam em  ruptura, um infarto, ou uma estafa que leva a reavaliar a vida.</p>
<p>A  carreira (35 aos 42 anos) Há maior sensibilidade. O profissional sabe  que motivação e entusiasmo são fundamentais para vencer desafios. Começa  a delegar responsabilidades e estimula a autoconfiança na equipe. As  coisas são importantes, mas ele administra mais as pessoas. Consegue  aliar razão e intuição nos processos decisórios. Não tolera erros. A  negociação com clientes pode ter o caráter de ganha x ganha. Nesta fase o  profissional pode começar um caminho de auto-educação e  auto-desenvolvimento, ou então enveredar pela biografia externa,  buscando mais resustaldos materiais e querendo competir com os mais  jovens. A última alternativa torna-se clara quando ele se torna um  tirano frustrado, pois quanto mais autoridade exerce, menos liderança  tem. 7º Setênio (42 aos 49 anos) Em torno dos 42 anos, tem início o  processo de escarnação. O eu começa a se retirae aos poucos, começando  pelo sistema metabólico/sexual/motor. Aos 49, a mulher tem a menopausa.  Entre 49 e 56 anos, o eu se retrai do sistema rítmico; e, a partir dos  56, do sistema neuro-sensorial. É quando temos o amadurecimento  espiritual, cuja base é uma vida anímica sadia, uma alma curtida, que  passou por processos de aprendizado conscientes. Todos conhecemos a  frase de que a vida começa aos 40 anos. É quando experimentamos a  identidade que acabamos de encontrar. Aprendemos a dizer não a  expectativas dos outros e tentamos ser autênticos. Os detalhes já não  são tão importantes, mas sim o todo e a inter-relação entre fenômenos.  Enxergo fatos distantes e consigo relacioná-los. Conquistei o dom da  visão global ou holística. A carreira (42 aos 49 anos) O profissional  administra pessoas, estimulando-as. O desenvolvimento dos subordinados é  preocupação genuína. Percebe os erros como oportunidades de  aprendizagem. Incentiva a criatividade de pessoas e grupos.</p>
<p>Age  com transparência. Não segue modismos, cria conceitos próprios. Delineia  estratégias. Enxerga a organização num contexto amplo e sabe se  antecipar a situações e desafios. 8º Setênio (49 aos 56 anos) No  processo de perda da energia vital, a individualidade afrouxa a ligação  com o sistema rítmico (coração e pulmão), o que permite sentir num nível  mais profundo e, também, metamorfoseia a energia vital em energia de  consciência. O cuidado com o ritmo se faz necessário – para dormir,  comer, entre trabalho e lazer, etc. Ritmo substitui força e propicia  vitalidade. Esse setênio já permite entender o que está além das  palavras. As pessoas transmitem anseios, medos e desejos sem notar.  Começa a perceber que uma pergunta bem feita convence mais do que mil  argumentos. A carreira (49 aos 56 anos) Consegue enxergar problemas de  vários pontos de vista. Aceita que muitos caminhos levam a Roma e deixa  os subordinados acharem o seu. Tem consciência de que o sucesso futuro  reside nos talentos que estão não pessoas que o destino colocou ‘a sua  disposição. Prepara as pessoas para desafios e sente prazer em atuar  como coach. Sabe trabalha com perguntas. Entende que os jovens têm  direito a errar. Visualiza pontos estratégicos e deixa espaço para a  auto-realização. Administra o potencial estratégico, cuidando do vir a  ser da empresa e das pessoas. 9º Setênio (56 aos 63 anos) É sabido que  mais de dois terços das obras primas da humanidade que resistiram ao  tempo foram criadas por pessoas acima dos 60 anos. Há grandes  estadistas, compositores, escritores, pintores e outros nesta faixa.  Conforme envelhecemos, o eu emancipa-se e fica livre para criar. Isso é  fruto de uma vida de trabalho árduo. Nesta etapa, colhemos o que foi  plantado antes.</p>
<p>Perto dos 60, os sentidos físicos, as nossas  janelas para o exterior, começam a fechar-se. Usamos óculos, a  capacidade auditiva reduz-se, o paladar fica menos aguçado. O que dá  possibilidade de uma viagem para dentro, na qual podemos encontrar a  essência interior, o nosso deus interior. Veremos que nossa biografia é  um organismo. Cada experiência por que passei tem a ver com a minha  identidade. Nada aconteceu ao acaso. Ou, como disse um participante de  nossos cursos biográficos: “A minha biografia é a minha filosofia de  vida!!” A carreira (53 aos 63 anos) Desenvolve as visões do futuro.  Inspira as pessoas. Dá diretrizes e deixa aos outros a execução. É  exemplo de conduta ética e moral. Fala pouco e ouve muito. Sabe  aconselhar. Administra os potenciais espirituais da empresa, zelando  pela sua missão, valores e princípios. Enxerga megatendências e dá  respostas intuitivas e criativas para necessidades futuras. Procurei  descrever aqui de forma suscinta os arquétipos que moram em cada setênio  para que o leitor tenha uma idéia . Obviamente exisem vários outros  fenômenos que poderiam ser ditos, tanto nos aspectos positivos para quem  faz um trajetória adequada ao longo da vida, como os fenômenos  negativos para aqueles que derrapam.</p>
<p><strong>Vya Estelar – Entre estes ciclos existiria um mais decisivo? Por quê? </strong><br />
A  sabedoria primordial chinesa dizia que o Ser humano tem três fases na  vida. A primeira fase a de aprender ( os três primeiros setênios). E  aprender aqui é um aprender receptivo. A segunda Fase a de Lutar, que se  refere aos setênios intermediários, dos 21 aos 42 anos da Vida, que é  um aprender ativo e a terceira fase, que essa tradição chama de a fase  onde a pessoa pode se tornar sábio. Cuidado ! Não é ser sábio, mas  tornar-se sábio. O aprendizado dessa fase é um aprender existencial que  idealmente deveria decorrer de um auto-desenvolvimento consciente.  Portanto não existe um setênio mais decisivo. Todos são decisivos, esse é  o mistério e a magia que cerca todos os seres humanos. Em cada setênio,  geramos sementes que irão desabrochar ou atuar de forma metamorfoseada  no setênios seguintes. Talvez a reflexão seja: O que estamos plantando  hoje em nossa vida, que será colhido no futuro ? Hoje a psicologia  reconhece que as experiências do primeiro setênio, são fundamentais para  o que vem a frente. Nesse sentido talvez poderia se dizer que o  primeiro setênio seja o mais importante. Como vimos até agora a nossa  biografia num contexto geral é um grande processo de desenvolvimento  desde que chegamos na terra pelo portal do nascimento até quando a  deixamos pelo portal da morte. É um constante transformar de talentos e  potencialidades herdadas em habilidades ou competências. Até o último  momento da vida podemos estar retocando ou melhorando essa obra prima  inalienável que é a nossa própria biografia.</p>
<p><strong>Vya Estelar – E o que vem depois dos 63? </strong><br />
É  evidente que a vida não acaba aos 63 anos. Hoje, mais e mais o portal  de saída deste planeta com a morte é estendido. Já é sabido que as  crianças que nasceram neste início de século, principalmente nas  sociedades economicamente desenvolvidas, terão, com certeza, a  possibilidade de estarem atuantes no mundo ainda no alvorecer do ano  2.100 e além, graças aos estupendos avanços da medicina e à melhoria da  qualidade de vida. Em nosso livro, resolvemos parar a análise dos  setênios aos 63 anos, até porque ainda não temos material de pesquisa  relevante no contexto empresarial para pessoas além dessa idade, Um  indicativo preliminar é que os próximos setênios, repetem de forma  metamorfoseada os três ultimo setênio (42 aos 63) No entanto, queremos  deixar como recomendação para o leitor interessado nesse tema, a leitura  do interessante livro: “Livres na Terceira Idade! – As Leis Biográficas  Após os 63 anos”, da médica Gudrun Burkhard – da Editora Antroposófica.</p>
<p><strong>Vya Estelar &#8211; Quais dicas práticas você daria para a pessoa assumir o comando da sua carreira? </strong><br />
No  geral recomendaria o seguinte: procurar na sua biografia eventos onde  você manifestou um talento. Onde você fez alguma coisa, consciente ou  não, que te satisfez, que os outros reconheceram como relevante no  momento ou depois disso. Esses eventos te dão pistas da sua Missão de  vida, dos seus dons ou da sua vocação. Ao ter essa consciência veja se  você está aplicando isso na sua vida pessoal e profissional. Reveja os  eventos onde você “ pisou na bola”. Os conflitos pessoais que você teve,  quer profissionais ou nos relacionamentos íntimos. Eventos onde você  não foi você mesmo ! Reflita O que eu devo aprender com esses eventos,  com essas crises ? Que qualidades ou habilidades me faltaram ? O que eu  posso fazer para desenvolvê-las ? Esse tipo de evento geralmente mostram  o seu destino. Veja se esses eventos são recorrentes ao longo da sua  vida coisas que você veio aqui para aprender ? Coisas que você precisa  transformar para não ficar repetindo-os até ao final da vida, mostrando  que você não está aprendendo. Outra coisa: faça um inventário das suas  qualidades pessoais que você já possui e das qualidades que o seu  ambiente, a sua vida ou o seu futuro vão exigir. Procure interagir com  pessoas que têm as habilidades que você não tem e quer desenvolver, só  ao interagir e observar de forma consciente você estará integrando na  sua essência essas características. Mas para fazer isso é importante ter  uma enorme dose de humildade, desprendimento e de não julgamento.  Lembre-se também, muitas vezes quem exagera um talento torna-se um chato  ! Pergunte-se que talentos eu devo deixar amortecer para deixar os  novos nascerem. Três perguntinhas que podem ajudar também: &#8211; Você gosta  do que faz ? &#8211; Você ama alguém ? &#8211; Você sente que está fazendo algo que  fará diferença no mundo ? Pessoas que praticam essas dicas, geralmente  são pessoas que Assumem a direção não só da sua carreira, mas do seu  destino que é muito mais amplo do que carreira.<br />
<strong><br />
Vya Estelar – Qual é a maior dificuldade que a pessoa encontra para atingir este objetivo? </strong><br />
A  maior dificuldade ao meu ver é não se despertar para esses aspectos  sutis que estão por traz da Carreira. Como já disse, não existe carreira  separada da vida pessoal. Além disso, as pessoas se deixam levar pela  pressão das circunstâncias pela continua pressão do tempo, não  reservando tempo para refletir e para equilibrar sua vida pessoal e  profissional.<br />
<strong><br />
Vya Estelar – Quais são os erros mais recorrentes e que devem ser evitados? </strong><br />
Acho que já foram comentados nas questões anteriores.</p>
<p><strong>Vya Estelar – O que é vocação e talento?</strong> <strong>E como conciliar para que os dois andem juntos?</strong><br />
Vocação  e talento parecem andar juntos. E deveriam, mas nem sempre é assim.  Mais uma dica: responda de você para você mesmo as seguintes questões:  Se você fosse financeiramente independente, ainda assim estaria fazendo o  que você faz hoje na vida (seja numa empresa ou num negócio  particular)? Você abriria mão de uma promoção ou mudança para uma outra  área da empresa para ganhar mais? Você sente que está fazendo algo a  mais para os seus clientes internos ou externos, além de cumprir sua  obrigação? Você sente que seu trabalho tem um significado para você, que  vai além do fato de ser uma fonte de renda? Você sente que seu trabalho  é uma forma de cumprir o seu destino ou a sua missão de vida? A forma  como respondemos a essas questões afeta significativamente o modo como  nos envolvemos com nosso trabalho, com a nossa carreira e com a nossa  condição existencial, uma vez que o trabalho é um dos principais  elementos pelos quais damos significado à nossa vida pessoal. Mais  respostas positivas para as questões acima definem o seu trabalho atual  como algo que tem significado profundo para você. Mais respostas  negativas mostram que o seu trabalho atual é um meio que você usa para  atingir outras metas na sua carreira ou na sua vida. As respostas  positivas são aquelas que levam você a identificar-se com sua vocação ou  para aquilo que você foi “chamado” pois, literalmente, vocação  significa chamamento. Agora, pense e responda de você para você mesmo:  Você se sente chamado para alguma coisa ao atuar nesse cargo, nessa  atividade, nessa empresa ou nesse ramo? Se a resposta for sim, parabéns!  Você é uma pessoa de sorte, encontrou sua vocação e provavelmente seu  trabalho deve ser fonte de satisfação pessoal e profissional para você.  Nesse seu trabalho você disponibiliza o melhor dos seus talentos ou do  seu amor no sentido profissional. E já assumiu o comando da sua carreira  Se a resposta for não, não se desespere, você não é o primeiro e nem  será o único nessa busca de sintonização com a sua missão de vida. Às  vezes, essa busca pode levar uma vida inteira e muitos não a terminam.  Mas, quem descobre sua vocação em tempo, percebe-se muitas vezes dando  verdadeiras viradas na vida pessoal e profissional. O ideal é sempre  buscarmos a aplicação dos nossos talentos àquilo em que possamos  realizar nossa vocação. Por isso, é importante, de forma consciente,  começar a pensar sobre as seguintes questões:<br />
• Quais são os meus verdadeiros talentos?<br />
• Qual é a minha vocação?<br />
• Qual é a minha missão de vida?</p>
<p>Se  possível, faça isso com apoio profissional ou de alguém que goste de  você, com quem você possa compartilhar essas questões de forma aberta,  neutra e construtiva. Pois, na vida, cada ser humano é espelho do outro,  e cada um de nós traz impregnado no fundo da alma intenções não  conscientes que o outro pode nos ajudar a descobrir. Essas intenções, se  descobertas, proporcionam no âmbito da vida pessoal e profissional o  sentimento de estarmos passando por esse mundo fazendo diferença.<br />
<strong><br />
Vya Estelar – Assumir o comando da carreira depende única e exclusivamente da pessoa? Por quê? </strong><br />
Sim  depende, por que é um direito inalienável de cada um de nós, diria  exagerando. É através da carreira que cumprimos a nossa missão de vida,  nosso destino profissional e isso é indelegável. As pessoas estão  conscientizando-se cada vez mais que a sua carreira é algo tão sério que  não pode mais ser delegado a terceiros, como era feito no passado,  quando alguns encarregavam o chefe, a empresa, a área recursos humanos  ou algum padrinho dessa definição. Cada dia fica mais evidente que,  neste campo, a empresa pode, quando muito, criar condições ou oferecer  oportunidades e situações de desenvolvimento e de aprendizado, mas quem  deve cuidar do seu destino e da sua carreira é, como disse , cada vez  mais a pessoa por si mesma. A biografia e a carreira pessoal são dois  aspectos fundamentais em nossa existência e uma não pode ser elaborada  separadamente da outra. Da qualidade do nosso trabalho, das  oportunidades para aprender, do grau de realização profissional e da  satisfação pessoal que o trabalho nos oferece depende em grande parte a  qualidade de nossas vidas. Da intensidade e do grau de integração que  conseguimos na convivência com nossas famílias, amigos e pessoas amadas  depende a nossa harmonia interior. Mas também é verdade que ao longo da  nossa biografia, encontramos pessoas que nos facilitam, criam condições  para que possamos evoluir em nossa carreira. Feliz de quem tem essa  oportunidade consciente ou não. Hoje muitas empresas e muitos  profissionais estão se despertando para o papel do “ coaching ou do  mentor “ e o tema do desenvolvimento da carreira começa a ser tratado  dentro das organizações de forma estruturada. Em meu livro, no apêndice o  leitor interessado nesse tema encontrará um instrumento prático para  começar a  Assumir o Comando de sua Carreira, com base na sua própria  história de vida.</p>
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		<title>Correio do Povo</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 13:40:37 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Assista]]></category>

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		<description><![CDATA[Matéria sobre Coaching Integrado, publicada no Caderno Plano de Carreira, no dia 09/10/2011, dentro do Jornal Correio do Povo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Matéria sobre Coaching Integrado, publicada no Caderno Plano de Carreira, no dia 09/10/2011, dentro do Jornal Correio do Povo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-366" title="Dulce Ribeiro 09-10-2011 Correio do Povo Página Inteira" src="http://www.dulceribeiro.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Dulce-Ribeiro-09-10-2011-Correio-do-Povo-Página-Inteira2.jpg" alt="" width="500" height="1089" /></p>
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		<title>Artigo: Revista Vida Simples</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 15:21:18 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong>&#8220;Viva a sociedade alternativa&#8221;</p>
<p>Estimulando criatividade,  despojamento, alimentação saudável, amor à natureza e equilíbrio  espiritual, a antroposofia está mostrando que é possível viver melhor e  mais feliz, como nos velhos bons tempos. Clique <a href="http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/003/grandes_temas/conteudo_234903.shtml">aqui</a> para ler.</p>
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		<title>Livro: “Biográficos”</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 19:23:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Da autora  Gudrun Burkhard, focado em Estudos da Biografia Humana. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da autora  Gudrun Burkhard, focado em Estudos da Biografia Humana.</p>
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		<title>27/09 &#8211; Palestra Cia. Província</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 19:20:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Atendimento é Relacionamento, das 14h30 às 17h30.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atendimento é Relacionamento, das 14h30 às 17h30.</p>
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		<title>Livro: &#8220;O Espírito Transformador&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 19:04:01 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Com base em suas vivências práticas como executivos e consultores  organizacionais em dezenas de empresas,  os autores Jair Moggi e Daniel Burkhard apresentam alguns conceitos e modelos simples, de  natureza humanística e de aplicação prática, para se planejar, conduzir  ou reorientar processos de mudança nas organizações e nos indivíduos.</p>
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		<title>Entrevista Portal Administradores.com.br</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 17:53:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Artigo &#8220;Cinco Maneiras Infalíveis de se Tornar um Líder Odiado&#8221;, com participação da Dulce, no dia 23/09.  Confira a matéria na íntegra no site clicando aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo &#8220;Cinco Maneiras Infalíveis de se Tornar um Líder Odiado&#8221;, com participação da Dulce, no dia 23/09.  Confira a matéria na íntegra no site clicando <a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/cinco-maneiras-infaliveis-de-se-tornar-um-lider-odiado/48236/">aqui</a>.</p>
<h1><a href="http://www.dulceribeiro.com.br/wp-content/uploads/2011/09/portal-adm.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-346" title="portal adm" src="http://www.dulceribeiro.com.br/wp-content/uploads/2011/09/portal-adm.jpg" alt="" width="556" height="623" /></a></h1>
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