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Palestra para o Dia Internacional da Mulher

1.2.2017 | 14:20

Palestra para o Dia Internacional da Mulher

Abordar o tema “mulher” sob a ótica das leis biográficas, facilitando a compreensão dos acontecimentos comuns a todas, é o objetivo dessa palestra que criei para o dia/mês da mulher.

Com duração de 1h e utilizando de interações acolhedoras, pretendo conduzir para uma reflexão positiva sobre a vida da mulher e suas fases.

 

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Cinderela

16.8.2016 | 11:34

Cinderela

Minha sobrinha que vive em Estocolmo publicou esse artigo no seu blog Mais Mundo, do jornal NH de Novo Hamburgo.

Fala de inclusão e não preconceitos, numa sociedade onde as crianças são educadas para conviver com pessoas de todos os tipos, credos e opções de vida. Crianças sem nenhum preconceito!

É sobre a festa de final de ano de sua filha Thais, de 6 anos.

É possível!

http://www.jornalnh.com.br/_conteudo/2016/07/blogs/infor
macao/mais_mundo/362382-teatro-de-fim-de-ano.html

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Presença Plena e Felicidade

3.7.2015 | 9:13

Presença Plena e Felicidade

Hoje, às 7 horas, o assunto com duas amigas durante nosso treino de corrida foi a felicidade. Comentamos sobre o quanto a fama, o dinheiro e a beleza, ingredientes do sonho de ser feliz para muitos, podem levar a depressão, obesidade, tristeza e até ao suicídio. Lembramos da morte prematura de alguns artistas, de pessoas com dinheiro que são infelizes, pessoas bonitas e frustradas e acabamos na questão clássica da humanidade: 

O que é ser feliz? Onde está a ‪#‎felicidade‬, afinal?
Depois de uma hora, término do treino, eu disse de propósito: “Estou feliz agora, por exemplo,”! Elas também se sentiam assim. Confesso que ao despertar às 6 horas, noite fechada, humidade, cama quentinha, eu pensei: “não vou hoje”. Afinal, eu mereço dormir, tomar um banho com calma e ir para o trabalho. Ter disciplina para abandonar o pensamento que me puxa para baixo das cobertas como uma compensação é sempre uma tarefa difícil.
E prosseguimos com a conversa: “Quando meu filho de 5 anos me dá a mãozinha para entrarmos na escola, aquela mãozinha na minha me deixa muito feliz”, comentou minha amiga.
Decidi passar o dia exercitando a minha mente para prestar atenção nesses instantes rápidos e intensos que podem ser a felicidade. O beijo na barriga da minha filha grávida, dando um bom dia para a minha neta Nina foi um deles. Almoçar em casa e degustar as peras assadas no forno, quentinhas, delicioso. A ligação do meu filho que mora em São Paulo, entusiasmado com as últimas novidades. Ouvir do meu cliente de coaching que pela primeira vez em seus 35 anos estava conseguindo realizar uma efetiva “virada de chave” no seu comportamento foi muito gratificante. E pasmem, ao caminhar uma quadra até o salão para fazer as unhas fui presenteada com leves pingos de chuva e até nisso eu percebi a minha felicidade.
Agora, tenho as minhas dúvidas. Se alguém me perguntar como foi o meu dia hoje e eu disser que estive muitas vezes feliz, contar do beijo na Nina, do telefonema, das peras assadas, de acordar às 6 horas para correr, da chuva sem sobrinha e de um cliente e a sua transformação, poderá parecer coisa de quem é rico, de quem não tem problemas e está com a vida ganha! Vai entender o que é felicidade.

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